domingo, 12 de julho de 2009

Desistir de um sonho


Motocicleta é para muito um símbolo de liberdade, de vida ao ar livre, do mundo sem fronteiras é um sonho. Relacionam a motocicleta o sexo, drogas e rock. Eu também tinha esse sonho de uma moto. Pegar uma estrada ao som de All To Be With You em uma moto custon(sim por que uma Harley-Davidsoné meio utópico para mim, mas este sonho definitivamente acabou para mim.
Este imaginário da moto se refere a estradas, espaço aberto, muita distância dos outros veículos. Não moto e espaço urbano não servem não foram feitos um para o outro nem para ficarem perto. Menos que um átimo de segundo e o asfalto quente se envolvem em sua pele como uma lixa macabra.
Estou sim muito medroso e para meu leitor do futuro, que se Deus quiser estará vivendo em um mundo muito mais civilizado do que eu saiba que este mundo em que vivo as leis de transito não são seguidas, acho eu que se quer são conhecidas por muitos. Sei que os riscos são mesmo muitos mais pelas pessoas do que pelas máquinas, mas o sonho de relação homem máquina já não me apetece mais. Vi o que não queria e agora é hora de repensar muita coisa. Isso já está decidido moto nem pensar!

sábado, 11 de julho de 2009

Nada Nada

Mesmo passando por uma longa letargia este espaço(quase vazio diga-se) completou 3 anos e já conta com mais de 100 post! Praticamente nada para os grandes blog, me chamem do que quizer mas não ligo para isso! Estou feliz por ter voltado!

Eu voltei?



Dificil dizer que voltei pois nunca fui! Apenas o desejo pela escrita já não era mais o mesmo. A tinta parecia ter acabado, fazia tempo que não falava nada, de uma forma estranha me senti pequeno demais desimportante para o mundo, apenas mais um em uma multidão silenciosa.

Não sei se voltei mas quero escrever de novo, tem vontade, necessidáde. Muito se passa a em poucos segundos tudo muda de lugar dentro da gente e é hora de se recolocar na realidade para enchergar melhor seus novos passos.
O problema é que no meio da tempestade queremos apenas sair dela e nem sempre nos preocupamos para onde estamos indo, mas a tempestade é perigosa o melhor sempre é esperar que ela passe.
É acho que voltei!

sexta-feira, 14 de novembro de 2008

Ao futuro e o infinito


Já faz tanto tempo que achei que tivesse acabado com o blog! Para você leito de um futuro distante sem entender nada já que o siber espaço não nos mostra essa distância de tempo a não ser pelos marcadores de datas entenda: Estou meses sem escrever nem uma linha!

Muitos são os motivos o principal deles nada para escrever! Não que o mundo tenha parado nada disso aconteceu muita coisa nesse longo tempo de ausência, mas acho que não avia nada de novo dentro deste pequeno escriba. Estou longe de ser um João Cabral de Mello Neto então meus textos são necessariamente inspirados em coisa do meu cotidiano.

Acredito que daqui em diante poderei escrever coisas novas que talvez para você meu caro leitor do futuro não passe de história antiga, mas se escrevemos hoje é para isso para que nosso futuro, nossas idéias, nossa pequenas impressões estejam presentes no futuro.

De qualquer forma é bom estar de volta firme e forte.

domingo, 15 de junho de 2008

Aos objetos

O que faz o capitalismos não é! Cidadania é tradicionalmente confundida com direito ao consumo, misturando o que somos com o que temos. Nossas roupas, acessórios e bens falam muito mais por nos que nossas opiniões e ideias.

É hipocrisia dizer que não somos assim quem não se pergunta "com que roupa ir?". Nos apegamos a lugares ao longo de nossa vida relembrando bons e maus momentos de nosso passado. Mesmo os mais pragmáticos quardam partes sólidas de seu passado em algum lugar.

Neste mundo louco em que crime cotra o patrimônio e contra a vida se equivale na punição é dificil viver sem contruir algo material em que se possa dizer que é seu. Pior ainda é perder o pouco do que se tem.

As vezes é como remar contra a correnteza um instante e tudo se vai, chega há um ponto em que ou continua tentando ou se muda o caminho. Maldito sejá o mundo matérial. E todos nos nessa banheira de lama!

sábado, 24 de maio de 2008

Um Ano

Nada nada um ano de histórias,cronicas, reclamções, súplicas e babozeiras ditas. Sem qualquer periodicidade ou relação com a realidade. Os problemas do início: trânsito, pasamacêira de Vila Velha e meu mau humor. Nada mudou.

Vila Velha continua um lugar sem nada pra fazer, o transito pirou e meu humor nada a declarar! Digo apenas que enfim chegamos a um ano. Um pouco mais na verdade.

quinta-feira, 1 de maio de 2008

Vento Sul


O vento sul soprou! Não sou meteorologista, é simplesmente o que dizemos no Espírito Santo quando a temperatura cai. Nem precisa cair muito, e todas as roupas de frio do armário vão as ruas.

Hábitos locais o mínimo de frio como o máximo de roupas depois de dias secos de um calor pouco suportável, incomum a esta época do ano é bom sentir frio novamente. O calor em demasia irrita, cansa as pessoas (acho até que já acordam cansadas).

O frio de uma maneira particular convida ao aconchego a aproximação. A introspecção reflexiva. Gosto de refletir e o calor me tiram à vontade de fazer qualquer coisa o frio me deixa mais feliz.

Dizem que gostar de frio é coisa de mal humorado se é verdade me cai muito bem. Mas acho melhor gostar de frio do que reclamar do tempo sempre. Na verdade é só uma forma de falar sobre alguma coisa. Fala-se do tempo para não deixar de dizer.