segunda-feira, 25 de fevereiro de 2008
quarta-feira, 6 de fevereiro de 2008
Gênio e o gigante

Sim o carnaval passou, não foi por isso que fiquei sem postar, foi total falta de assunto mesmo. Mas acompanhando o carnaval pela tv reparei uma coisa estranha, bem na verdade reparei em várias coisas.
Não, não vou falar em nudez no carnaval, mesmo se fosse falta de assunto já é irrelevante, a nudez existe e veio para fica. Mesmo em outras épocas o carnaval tinha fins pedagógicos, o que se faz no carnaval não se faz em outras épocas. O carnaval é uma festa para não se pensar no futuro queimar toda a arrumação preparada o ano inteiro.
Acho, porém que é cada vez mais do mesmo que vê no carnaval, na Bahia, no Rio, ou em quaisquer outros lugares o carnaval já não traz mais novidades, é mais turístico que cultural. As margens da criatividade se agigantam os que já tem recordes são batidos e se tornam a atração.
Ninguém vai deixar de pular carnaval por isso, é claro, ninguém vai pensar nisso principalmente no carnaval. Mas houve época em que o carnaval era marcado por novidades, criações e ousadias que só eram possíveis serem lançadas no carnaval. Hoje não mais entre o gigante e o gênio se veste a fantasia do comum.
E se foi o carnaval

Sim o carnaval passou, não foi por isso que fiquei sem postar, foi total falta de assunto mesmo. Mas acompanhando o carnaval pela tv reparei uma coisa estranha, bem na verdade reparei em várias coisas.
Não, não vou falar em nudez no carnaval, mesmo se fosse falta de assunto já é irrelevante, a nudez existe e veio para fica. Mesmo em outras épocas o carnaval tinha fins pedagógicos, o que se faz no carnaval não se faz em outras épocas. O carnaval é uma festa para não se pensar no futuro queimar toda a arrumação preparada o ano inteiro.
Acho, porém que é cada vez mais do mesmo que vê no carnaval, na Bahia, no Rio, ou em quaisquer outros lugares o carnaval já não traz mais novidades, é mais turístico que cultural. As margens da criatividade se agigantam os que já tem recordes são batidos e se tornam a atração.
Ninguém vai deixar de pular carnaval por isso, é claro, ninguém vai pensar nisso principalmente no carnaval. Mas houve época em que o carnaval era marcado por novidades, criações e ousadias que só eram possíveis serem lançadas no carnaval. Hoje não mais entre o gigante e o gênio se veste a fantasia do comum.
segunda-feira, 28 de janeiro de 2008
domingo, 20 de janeiro de 2008
Melhor do Mundo
Eu era pequeno e começava a me interessar sobre futebol, de forma tardia é verdade para um garoto brasileiro. Conhecia pouco sobre futebol e como por hábito busquei conhecer o que agora me encantava. Mais teoria do que prática em pouco tempo me atacava um perfeito entendedor do esporte das multidões, quando meu pai me deu uma pequena lição.
"Nem sempre o melhor ganha!" Isso aos meus ouvidos pseudocientíficos pareceu mais que um palavrão, era um despautério algo completamente fora do padrão. Se eu tivesse aprendido desde cedo como a grande maioria (diga-se: jogando) seria muito provavelmente uma verdade que não precisava ser mencionada, mas eu não era.

Nem tudo no mundo se aprende em um livro ou em pesquisas, internet, nem sempre o que nos é certeza está realmente certo. Não é apenas o futebol é assim a vida é uma grande caixa de surpresas, sempre prestes a nos jogar em novos desafios. E nem sempre somos capazes de enfrentá-los ou de vencê-los.
Precisamos sim ser o melhor do mundo, mas para nos mesmo, troféus, medalhas, faixas, placas só ostentam vitórias externas a nos. Muitas vezes precisamos vencer dentro de nos mesmo.
"Nem sempre o melhor ganha!" Isso aos meus ouvidos pseudocientíficos pareceu mais que um palavrão, era um despautério algo completamente fora do padrão. Se eu tivesse aprendido desde cedo como a grande maioria (diga-se: jogando) seria muito provavelmente uma verdade que não precisava ser mencionada, mas eu não era.

Nem tudo no mundo se aprende em um livro ou em pesquisas, internet, nem sempre o que nos é certeza está realmente certo. Não é apenas o futebol é assim a vida é uma grande caixa de surpresas, sempre prestes a nos jogar em novos desafios. E nem sempre somos capazes de enfrentá-los ou de vencê-los.
Precisamos sim ser o melhor do mundo, mas para nos mesmo, troféus, medalhas, faixas, placas só ostentam vitórias externas a nos. Muitas vezes precisamos vencer dentro de nos mesmo.
quarta-feira, 9 de janeiro de 2008
Perceber o óbvio
Nem todos os dias temos algo novo para se dizer, é mais normal que se parece, obviamente se isso se mantêm por muito tempo algo errado na sua vida. Repensem seus conceitos de vida.
Certas coisas sobre nós até sabemos, o que não quer dizer que não precisamos ouvir de vez em quando. Nem sempre dá pra se fugir do óbvio. O limite entre o saber o óbvio e o viver dele é como essas informações passam por você.
É claro que a rotina e as preocupações diárias criam uma cortina de fumaça sobre nossos olhos e nem mesmo o que está a nossa frente é perceptivo aos nossos órgãos dos sentidos.
Mesmo já sabendo nossas qualidades ouvir elogios agrada os mais ríspidos dos ouvidos. Uma velha máxima dizia que se quer desestruturar uma pessoa lhe faça um elogio. Não devemos é claro depender desses para sermos felizes ou encontrar alegrias coisa e tal. Mas por que não aproveitar essas alegrias.
Aproveite o dia e diga a alguém o quanto é bonita, inteligente, simpática, ou tudo junto veja as reações a sua própria, o que será que vai acontecer? Se arrisque nisso.
Certas coisas sobre nós até sabemos, o que não quer dizer que não precisamos ouvir de vez em quando. Nem sempre dá pra se fugir do óbvio. O limite entre o saber o óbvio e o viver dele é como essas informações passam por você.

É claro que a rotina e as preocupações diárias criam uma cortina de fumaça sobre nossos olhos e nem mesmo o que está a nossa frente é perceptivo aos nossos órgãos dos sentidos.
Mesmo já sabendo nossas qualidades ouvir elogios agrada os mais ríspidos dos ouvidos. Uma velha máxima dizia que se quer desestruturar uma pessoa lhe faça um elogio. Não devemos é claro depender desses para sermos felizes ou encontrar alegrias coisa e tal. Mas por que não aproveitar essas alegrias.
Aproveite o dia e diga a alguém o quanto é bonita, inteligente, simpática, ou tudo junto veja as reações a sua própria, o que será que vai acontecer? Se arrisque nisso.
terça-feira, 8 de janeiro de 2008
Oficina do Diabo

Escutei essa expressão a primeira vez na 6ª série, a professora usou a expressão para dizer sobre a política de pão e circo do Império Romano. A aula da infeliz não saia de um monte de chavões sem aprofundamento. Mantinha a ordem pelo medo e pela arrogância. Mas isso só descobri depois, já no cursinho.
O verdadeiro significado, porém só me fez presente em dias de ócio improdutivo. Sim porque essa idéia só se faz válida fora do pensamento capitalista-calvinista, da lógica do trabalho. Acredito no valor da ociosidade apesar de ninguém me pagar por ela.
O mundo nos faz pensar sempre que estamos produzindo, se não estamos fazendo nada de bom é por que estamos fazendo algo ruim. Pensamento dualista de almanaque. Hora bolas nem sempre produzimos algo não somos máquinas que nascem com um objetivo e quando se tornam obsoletas vão ao ferro velho.
Criamos sim e criamos muitas porcarias afinal não somos perfeitos e nem sempre criamos algo com utilidade. Mas não quer dizer que não se deve ficar atoa.
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