sábado, 29 de setembro de 2007
domingo, 23 de setembro de 2007
O Tempo Voa
terça-feira, 11 de setembro de 2007
Voa Gaivota

Dizem que voar sempre foi um sonho do homem, Ícaro na mitologia greco-romana ocidental representa esse mito. No imaginário os anjos tem forma humana com asas, assim mais próximos de Deus e superiores aos homens. A águia nos ícones medieval tem a “mesma” representação que os leões. Um empresário inglês uma vez disse que tinha como grande amargura não poder Imperialisar as estrelas. Mais recentemente o Super-Homem voa.
Acredito que diante deste “caus aéreo” muitos gostaria de sair voando por ai sem ter que passar por chequim e aeroportos. A ideia de voar pode ser declarada como o desejo de liberdade, a separação do homem da terra o corte do cordão umbilical.
Me lembro de um livro que li chamado “Fernão Capelo Gaivota” uma gaivota que não se contentava em voar como uma gaivota queria muito mais. Assim ele abandonou a vida de gaivota para realizar seu sonho.
O sonho de voar representou para o homem o desejo do inalcançável visto, mas ainda assim apenas sonhado um eterno horizonte, mais distante a cada passo. Os pássaros voam para viver o homem deseja voar para sonhar, sair desta realidade. Não por acaso na infância aprende-se que o Céu é onde é e o Inferno é de baixo da terra.
De fato voar nos remete uma ideia de sabedoria de visão holística de conhecimento adiante. Não se pode esquecer que voar para sempre não é possível, mesmo as gaivotas e albatrozes precisam descer, sem o contato com o chão não se faz à vida. Os Aztecas cultuavam uma divindade representada por uma serpente emplumada, significando exatamente a ligação entre a terra e o céu. O vento gerador da vida e a lama matéria prima.
terça-feira, 4 de setembro de 2007
Palavras
A palavras que não são substituíveis e por convicção não substituo. Não sou culpado de ter um vocabulário e não me faço de rogado se não conheço a palavra lançada por outra boca com minha velha de guerra edição do Aurélio de bolso (se é que isso existe) procuro a palavra e se valer a pena incorporo ao meu vocabulário.
Carregar dicionário foi uma necessidade de início de faculdade. Lembro-me até hoje da primeira palavra nesse sentido na sala de aula. Empírica foi uma enxurrada de empírico pra lá e pra cá! Logo descobri o significado e outra tomou o posto ditos como aguilhoar, postergar, elocubrações...
Isso para ficar só no português! Coisas de faculdade longe do mundo real, feito por pessoas que se enclausuram em seus próprios egos criam suas próprias tradições e linguagens.
Para terminar frase de inspiração:
"Por principio amo você antes mesmo de saber sua existência!"
terça-feira, 28 de agosto de 2007
Escuro

Minha irmãzinha me perguntou para um trabalho de escola do que eu tenho medo. Como não sou dado a respostas prontas pedi para ela me explicar. Com resposta recebi algo como: “Eu tenho medo do escuro mas, não vale você dizer isso tem que ser medo de gente adulta”.
Batata é o tipo de coisa que aperta o “on” na minha cabeça. Respondi pra ela para não complica-la que tenho medo de onças e similares. Mais para me liberar para meu raciocínio louco que propriamente para ajuda-la.
Quando somos crianças temos um mundo “pequeno” muito lúdico e cheio de vácuo cauzais abrir os olhos é sempre uma novidade queremos sempre saber sobre tudo o nome de tudo o “porque”. O escuro nos tira essa possibilidade. Em nossa infância perdemos esse é um medo comum, somamos a isso as fantasias e estórias morais que aprendemos para sermos comportados que se fazem presentes na imaginação.
O ser humano não teme a escuridão teme o desconhecido. Quando nos tornamos mais velhos e teoricamente amadurecidos continuamos tendo medo do desconhecido mas o escuro perdeu esse sentido pra nos. Não sabemos em qual momento mas, continuamos com a escuridão em nossas mentes quando temos que partir em novos projetos ainda existe o pavor de algo que nem bem sabemos o que! Ainda é o escuro em nossas mentes.
Filosofia

PARA DE FILOSOFAR!
Já escutei muito isso. Em conversar sobre qualquer coisa em qualquer ambiente de pessoas com formações diferentes. Algumas semelhanças nessa nova modalidade de palavrório me causaram um certo incomodo.
Por conclusão entendi o “filosofar” como algo, no mínimo, desagradável. Tendo em vista que se trata de uma pessoa que não realiza apenas pensa. O filosofo é visto como uma figura alheia da sociedade, os universitários”tem até um tipo padrão de estudante da cátedra: Sujo cabeludo barba desgrenhada e com alguma bebida alcoólica próximo.
Não faço filosofia tenho alguns estudos sobre, mas não sou filósofo. Entretanto, é de grande pertinência e contribuição para a sociedade de diversos seguimentos da filosofia. Sinceramente me sinto ofendido quando me chamam de filosofo não pela palavra nela posta, mas pela proporção que se tomou esse tipo de coisa.
As pessoas tem medo de pensar, se irritam com quem deseja algo alem um mero esforço de raciocínio para uma compreensão mais profunda. O pior é ouvir isso de um sujeito que se formou
quinta-feira, 23 de agosto de 2007
Vi, Vim e Venci

A frase é de um imperador Romano, não importa. Ela tem força pois não deixa margem para a dúvida, para a imprudência ou falha. Como se a jornada fosse simples a despeito disso mesmo que não seja é conclusiva.
Um tanto arrogante mas demonstra coragem auto conhecimento. E ainda percebe que acabou. Venci! É claro que é mais facil quando se vence mas perceber o fim de uma jornada.
Quantos de nos já comemeçamos algo que não parecia dar certo? Ou acho que tudo tinha acabado? O Dificil depois de tudo é saber o que fazer depois disso. Para onde ir depois de um longo caminho percorrido. E o final de uma jornada.
Se comecei com uma frase de efeito termino com outra
"Um dia ao final da camihada me perguntaram: E Então Viveste? Amaste? Eu sem dizer nada abrirei meu coração cheio de nomes."
